Realizadas oficinas participativas no Centro e Jd. Yolanda

No dia 25 de abril aconteceram as oficinas participativas do processo de revisão do Plano Diretor de Miracatu nos bairros da sede – às 17h começou a oficina do Centro, e às 19h30, a oficina do Jardim Yolanda.

Na oficina do Centro, a abertura foi realizada pelo prefeito Ezigomar, tendo sido realizada no prédio da Diretoria Regional de Ensino. O prefeito explicou como está funcionando a revisão do Plano Diretor e o cronograma do trabalho. Em seguida, Marina Harkot, da consultoria RISCO, começou os trabalhos da oficina, explicando com maiores detalhes a função do Plano Diretor e dos instrumentos contidos no Estatuto das Cidades, tal como a articulação entre o Plano Diretor e outros planos setoriais que já existem – por exemplo, o Plano Municipal de Saneamento Básico, Plano de Habitação, entre outros.

No Centro, a oficina contou com a ampla participação de funcionários da Prefeitura de Miracatu – muitos dos quais moradores da sede e que participaram ativamente enquanto cidadãos, apontando os principais problemas vivenciados nos bairros. Também participaram da atividade os vereadores Edithe dos Santos e Jair Silva. Os assuntos mais candentes da oficina foram a existência de loteamentos irregulares e a falta de unidades de habitação social, a baixa qualidade da água que abastece a região, as áreas que alagam no centro da cidade e a sensação de insegurança dos moradores e frequentadores dos bairros do centro. Também houve uma longa discussão sobre o potencial do turismo na região e como o centro de Miracatu poderia se preparar para receber e explorar essa atividade comercial, especialmente por conta das contribuições trazidas por uma das moradoras presentes, comerciante da cidade.

Abertura da Oficina Participativa – Centro pelo prefeito Ezigomar

A oficina que aconteceu na EMEF Jardim Yolanda contou com moradores dos bairros Jardim Yolanda e Ipê. A condução da dinâmica foi realizada pela RISCO com participação também de Diretores Municipais e demais  funcionários da Prefeitura que estiveram presentes.

Entre os temas abordados, saneamento básico foi um dos principais pontos de discussão – apesar de todas as casas terem água encanada, a falta d’água por vários dias seguidos é comum. Alagamentos nas ruas da região também acontecem com alguma frequência – e, normalmente, a rede de esgoto falha e há vazamentos. Já os dias estipulados para a coleta de lixo seriam suficientes caso o caminhão de lixo passasse regularmente e obedecesse a frequência estipulada – por vezes, acontece de a coleta não acontecer nenhum dia da semana. A saúde foi apontada como um dos principais problemas, embora o trabalho das Agentes Comunitárias de Saúde e o atendimento na UBS tenha sido elogiado – as queixas estão concentradas em torno da demora na marcação de exames e do Pronto Socorro municipal, no Centro. A fraca iluminação pública do bairro somada à ausência de viaturas policias em ronda tornam a segurança uma questão, já que os moradores se sentem inseguros.

População acompanhando a oficina participativa em Jd. Yolanda

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